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O assunto desta vez, tem um pouco a ver com o último post, harmonia funcional. Por isso decidi falar sobre ele para ajudar no conhecimento dos violonistas e demais instrumentistas que visitam o blog.
É bem simples. A resolução deceptiva é quando um acorde dominante não resolve na sua tônica. Por exemplo, o acorde E7 é o quinto grau de A (ou, é a dominante de A).
O nosso ouvido espera que ele resolva em A, porém, se depois de E7 você tocar outro acorde que não seja A, haverá uma resolução deceptiva. Com certeza seria uma surpresa para nossos ouvidos!
Veja abaixo um exemplo de resolução deceptiva.É bem simples. A resolução deceptiva é quando um acorde dominante não resolve na sua tônica. Por exemplo, o acorde E7 é o quinto grau de A (ou, é a dominante de A).
O nosso ouvido espera que ele resolva em A, porém, se depois de E7 você tocar outro acorde que não seja A, haverá uma resolução deceptiva. Com certeza seria uma surpresa para nossos ouvidos!
Toque os acordes a seguir:
G Em C Am
D7 Bm Em C
D7 G
Neste exemplo, a dominante (D7) de G apresenta resolução deceptiva na segunda linha, onde, ao invés de tocar G (Tônica), foi tocado Bm. Na última linha, não há a resolução deceptiva pois resolve na tônica.
Esta resolução é chamada de deceptiva pois é como se causasse uma decepção, frustração ao ouvido por causa de uma expectativa não realizada. Mas claro, ela também pode agradar a depender do contexto.
Por hoje é isso pessoal. Era um assunto bem simples, para dar um complemento ao último post.
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Também me acompanhem no blog da Santo Angelo e da TeclaCenter.
Abraços e até a próxima.
E aí pessoal. A pedido do seguidor Leonardo, vamos falar um pouco sobre a harmonia funcional.
Para quem me acompanha no blog da TeclaCenter, eu falei sobre isso lá também.
A Harmonia funcional nada mais é do que o estudo das funções harmônicas. E estas funções harmônicas são as sensações (emoções) que determinados acordes transmitem.
Como por exemplo: um acorde menor transmite um som um pouco melancólico, triste pode se dizer assim.
Basicamente, existem três tipos de funções harmônicas.
A “função tônica”, que transmite uma sensação de repouso, finalização. Passa a sensação de conclusão.
A “função dominante”, que transmite uma sensação de tensão. Dá a ideia de preparação para a tônica.
E a “função subdominante”. Esta passa uma sensação de preparação, mas com menor intensidade. Pode se dizer que ao tocá-la esperamos algo acontecer, podendo migrar tanto para a função dominante quanto para a tônica.
Para entender melhor qual tipo de função cada acorde transmite, vamos usar o campo harmônico de D como exemplo.
D – Em – F#m – G – A – Bm – C#m(b5)
Se você tocar os acordes G - A7 - D perceberá que ao tocar o D, há uma sensação de alívio. O A7 passa a sensação de preparação, de que alguma nota tem que ser tocada. Se você tocar somente o G e o A7, logo sentiria a vontade de tocar o D. O G é o acorde que fica no meio termo – pode ir, pode vir, tanto faz.
Note que o D é o 1º grau no campo harmônico, o G é o 4º grau e o A é o 5º grau. Então podemos generalizar observando que em qualquer campo harmônico maior, o 1º grau tem a função tônica, o 4º grau a função dominante e o 5º grau tem a função subdominante.
Os demais graus também exercem sua função harmônica, porém são classificados com o que chamamos de qualidade funcional meio forte ou fraca. Num campo harmônico todos graus tem qualidade funcional e esta representa a força de cada grau em relação a sua função harmônica.
Observe abaixo:
Para quem me acompanha no blog da TeclaCenter, eu falei sobre isso lá também.
A Harmonia funcional nada mais é do que o estudo das funções harmônicas. E estas funções harmônicas são as sensações (emoções) que determinados acordes transmitem.
Como por exemplo: um acorde menor transmite um som um pouco melancólico, triste pode se dizer assim.
Basicamente, existem três tipos de funções harmônicas.
A “função tônica”, que transmite uma sensação de repouso, finalização. Passa a sensação de conclusão.
A “função dominante”, que transmite uma sensação de tensão. Dá a ideia de preparação para a tônica.
E a “função subdominante”. Esta passa uma sensação de preparação, mas com menor intensidade. Pode se dizer que ao tocá-la esperamos algo acontecer, podendo migrar tanto para a função dominante quanto para a tônica.
Para entender melhor qual tipo de função cada acorde transmite, vamos usar o campo harmônico de D como exemplo.
D – Em – F#m – G – A – Bm – C#m(b5)
Se você tocar os acordes G - A7 - D perceberá que ao tocar o D, há uma sensação de alívio. O A7 passa a sensação de preparação, de que alguma nota tem que ser tocada. Se você tocar somente o G e o A7, logo sentiria a vontade de tocar o D. O G é o acorde que fica no meio termo – pode ir, pode vir, tanto faz.
Note que o D é o 1º grau no campo harmônico, o G é o 4º grau e o A é o 5º grau. Então podemos generalizar observando que em qualquer campo harmônico maior, o 1º grau tem a função tônica, o 4º grau a função dominante e o 5º grau tem a função subdominante.
Os demais graus também exercem sua função harmônica, porém são classificados com o que chamamos de qualidade funcional meio forte ou fraca. Num campo harmônico todos graus tem qualidade funcional e esta representa a força de cada grau em relação a sua função harmônica.
Observe abaixo:
Graus substitutos são os acordes que possuem a mesma função harmônica e que podem ser trocados entre si. Numa música por exemplo, podemos pegar os acordes e trocá-los por outros que possuam a mesma função harmônica.
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Até a próxima pessoal, abraços.
E aí galera, tudo bem?
Já se passaram alguns meses após o útimo Cabral responde e como alguns me fizeram algumas perguntas na minha página, esperei um tempinho para poder fazer o #2.
Lembrando que: a preferência é que postem as perguntas com #cabralresponde na página no facebook, no twitter ou nos comentários dos posts tanto aqui do blog como no blog da Santo Angelo e da TeclaCenter (em minhas postagens), e não mandar por inbox, ok?!
Como de costume, separei 5 perguntas de diferentes assuntos e irei respondê-las o mais simples possível. Então, vamos as perguntas.
1 - "Qual o melhor encordoamento para meu violão? Vi que você usa Elixir, mas tem algum mais barato para indicar?" (Gabriel Galhardo)
Procura por encordoamentos da Santo Angelo 80/20. São acessíveis ($) e tem um custo x benefício muito bom.
A dica que eu deixo também é: limpeza das cordas sempre. Não importa quanto tempo tocou. 1 minuto ou uma nota. Limpa as cordas. Mas cuidado para não desenvolver TOC (rsrs).
2 - "O que é sus?" (Matheus Tavares)
Respondi essa questão no post sobre "Acordes com afinação DADGAD", mas para não passar em branco, vai uma explicação breve.
O sus quer dizer que o acorde não é maior nem menor, ele é suspenso.
O sus2 ou sus4 indica que a 3ª (terça) do acorde deve ser substituída pela 2ªou 4ª nota da escala.
Também usa-se sus9 e sus11 para indicar acordes suspensos de 7ª.
Sus9 é o acorde de 7ª com a 3ª substituída pela 2ª (7sus2) e sus11 é o acorde de 7ª com a 3ª substituída pela 4ª (7sus4).
3 - "Algumas cordas do meu violão ficam trastejando. O que eu faço?" (Welligton Freitas)
Welligton, não foi bem formulada a sua pergunta mas irei deixar algumas observações quanto a isso. Talvez alguma delas resolva.
Primeiro, se você raspou o rastilho (pestana, osso ou que quiser chamar) do cavalete querendo deixar as cordas mais baixas, pode ter influenciado. Tem quem trocar por um novo.
Se, talvez, o clima em sua cidade mudou, isso pode influenciar na madeira do violão, sendo assim, o braço pode ter empenado um pouquinho.Tem que levar a um luthier para regulá-lo.
Se também, por acaso você mexeu no tensor do braço e ele ficou assim. Não conserte você mesmo leve num luthier.
Na verdade, relacionado a tensor do braço do violão, apesar de alguns ensinarem na web,
eu aconselho a nunca fazer sozinho mas sempre levar num luthier.
4 - "Meus dedos anelar e mindinho são horríveis para solar. Me passa alguma dica para eles entrarem em sincronia" (Fabiana Souza)
Eu respondi essa pergunta por inbox, mas achei interessante colocá-la aqui pois foi uma dificuldade que eu também passei.
A dica que eu dou é a que o Farofa do Cordas e Música me passou. Um exercício simples e que deve ser feito devagar com o auxílio de um metrônomo.
Vou deixar o link duma aula que ele explica esse método que me ajudou muito.
Clique aqui para acessar.
5 - "Acho seu trabalho muito interessante. Queria saber sobre acordes DADGAD. Você pode me passar notas?" (Diogo Queiroz)
Obrigado pelo reconhecimento Diogo.
Eu disponibilizei um arquivo aqui no blog e no meu último post sobre esse assunto no blog da Santo Angelo com notas para esta afinação. Creio que irá te ajudar muito.
Aqui o link para download: CLIQUE AQUI
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Até a próxima pessoal, abraços.

O site também descreve que a música Blood Brother é baseada em uma história real. A mensagem é simples: Todos merecem um tipo de ato generoso, não importa quem seja.
Acompanhe o clipe abaixo.
As faixas do álbum são:
1. Only Elliot
2. It’s Never Too Late
3. The Bug
4. El Vaquero
5. Hope Street
6. Blood Brother
7. Miyazaki’s Dream
8. One Day
9. Traveling Clothes
10. T. E. Ranch
11. Hello’s & Goodbyes
12. One Mint Julep
13. The Duke
14. Old Photographs
Este mesmo mês, Tommy lançou o álbum colaborativo “Just Passing Through” com Ian Date e Ian Cooper. Este, contém nove faixas de gypsy-jazz, folk e blues.
Disponível para compra no eshop e na Play Store (breve no iTunes).
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