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| (Foto: Tobias Rauscher - Still Awake) |
Olá pessoal, bem-vindos de volta, agora aqui no SoundClub.
Para o primeiro post do blog quero "iniciar com chave de ouro", com um assunto que fez bastante sucesso no blog anterior e é sucesso entre violonistas e guitarristas de todo o mundo: o fingerstyle.
Já falei um pouco sobre o que é fingerstyle, acordes com a afinação DADGAD além de alguns outros posts que abrangem esse assunto.
Agora quero falar um pouco sobre algumas técnicas mais usadas no fingerstyle. Vamos a elas.
Hammer-on e pull-off
Para começar, falarei sobre o hammer-on e pull-off. Vale ressaltar que existem várias e várias técnicas, tais muito vistas na tablatura (veja um post que fiz sobre como ler tablatura que explica mais sobre isso), mas de todas quero destacar estas duas.O hammer-on se dá quando você "martela" a corda com o dedo que ao contrário do pull-off é quando você solta-a rapidamente. Combinando as duas técnicas há um efeito maravilhoso com uma velocidade (que as vezes só parece) muito legal.
Uma música que apresenta bem essa técnica é a Boogie Shred de Mike Dawes.
Percussão
Falando sobre percussão, na música acima de Mike Dawes podemos ver essa técnica, se é que posso chamar assim, bem clara.
A percussão no fingerstyle nada mais é do usarmos as partes do corpo do violão para extrair sons distintos. Normalmente comparamos com o som da bateria, como por exemplo: se batermos com o dedo médio ou indicador (quanto ao dedo, a preferência é do executante) na parte superior do corpo, onde há a curva, temos um som semelhante ao aro da bateria. Ou mesmo no canto direito inferior, onde se tem um som semelhante a caixa da bateria e por aí vai.
O mais legal da percussão é que podemos aproveitar qualquer parte do violão para fazer tal técnica.Harmônicos
Quanto aos harmônicos, não são BEM uma técnica, mas é aquele "algo a mais" que dificilmente faltará numa música no fingerstyle. Harmônico é aquele som suave produzido quando o dedo é encostado com leveza sobre a corda e o traste e a mesma produz um som da nota fundamental oitavada.
Encontram-se principalmente nas 5ª, 7ª e 12ª casas, porém nas 9ª, 19ª casas e por entre a boca do violão conseguimos extraí-los também.
Uma música que apresenta bem essa "técnica" é a que o próprio nome já diz: Harmonics Got Crazy de Daniel Padim.
Bom pessoal, esse foi um pequeno post de boas-vindas. Se você gostou e quer, talvez, uma parte dois desse post, compartilhe em suas redes sociais, com seus amigos, twítte e farei a parte 2 e ajudará o blog a crescer.
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Olá pessoal.
Como prometido, estou fazendo esse post para os que querem notas na afinação DADGAD.
Ainda não pude fazer o vídeo que também prometi por alguns motivos: 1º a placa de áudio e 2º a câmera, já tenho até dois vídeos para gravar, um na afinação DADGAD e outro em C# G# E F# B E.
Mas para não estender vamos direto ao ponto: AS NOTAS.
Bem... Eu estava preparando um documento em PDF com as notas pra deixar o pessoal que se interessar fazer o download quando recebo um e-mail de um amigo com uma apostila com todas as notas em DADGAD.
Esse documento adiantou esse post em 100% o tempo que eu pretendia postar.
Então, sem mais delongas vou deixar o link aqui embaixo para download.
Então pessoal, é isso. Qualquer dúvida pode deixar um comentário aqui em baixo que eu respondo rapidinho.
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Abraços
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Olá pessoal,
mais um post e desta vez vou falar sobre como fazer segunda voz no violão.
No canto, esta prática é muito usada. Mas ela não se restringe apenas ao canto, pode ser trabalhada em solos e em qualquer instrumento.
Antes de tratarmos o assunto, vale lembrar que é necessário um conceito de teoria musical principalmente com relação a leitura de partitura (pelo menos o básico) e escalas.
Bom, para fazer a segunda voz, podemos usar uma regra bem simples:
Para cada nota cantada na partitura ou que você estiver cantando, a segunda voz pode ser feita com a terça nota da escala da música em questão. Esta pode ser uma terça acima ou abaixo. (Segunda voz aguda ou grave).
Por exemplo, usando a escala de G → G A B C D E F# G.
Se a nota cantada é G, a segunda voz será B. Ou, se a nota cantada é D, a segunda voz será F#.
No caso da terça abaixo, um exemplo é que se a nota cantada for E, a segunda voz será C.
Para tirar a solo da segunda voz é bom ler a partitura ou você tira as notas de ouvido, solando conforme a melodia.
Também podemos fazer a terceira voz, usando a 5ª nota da escala para cada nota cantada na melodia original. Por exemplo, usando a escala de G novamente: Se a nota é A, a terceira voz será E.
Mas, além das vozes usando a 3ª e 5ª notas, tem outras possibilidades onde podemos usar a 4ª, 6ª, 7ª etc.
Galera, esse foi mais um post. Se gostaram do conteúdo postem um comentário aí, deem um like, twítte ou compartilhem.
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Abraços
mais um post e desta vez vou falar sobre como fazer segunda voz no violão.
No canto, esta prática é muito usada. Mas ela não se restringe apenas ao canto, pode ser trabalhada em solos e em qualquer instrumento.
Antes de tratarmos o assunto, vale lembrar que é necessário um conceito de teoria musical principalmente com relação a leitura de partitura (pelo menos o básico) e escalas.
Bom, para fazer a segunda voz, podemos usar uma regra bem simples:
Para cada nota cantada na partitura ou que você estiver cantando, a segunda voz pode ser feita com a terça nota da escala da música em questão. Esta pode ser uma terça acima ou abaixo. (Segunda voz aguda ou grave).Por exemplo, usando a escala de G → G A B C D E F# G.
Se a nota cantada é G, a segunda voz será B. Ou, se a nota cantada é D, a segunda voz será F#.
No caso da terça abaixo, um exemplo é que se a nota cantada for E, a segunda voz será C.
Para tirar a solo da segunda voz é bom ler a partitura ou você tira as notas de ouvido, solando conforme a melodia.
Também podemos fazer a terceira voz, usando a 5ª nota da escala para cada nota cantada na melodia original. Por exemplo, usando a escala de G novamente: Se a nota é A, a terceira voz será E.
Mas, além das vozes usando a 3ª e 5ª notas, tem outras possibilidades onde podemos usar a 4ª, 6ª, 7ª etc.
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E aí pessoal, tudo ótimo?
Ultimamente eu tenho pedido sugestões de temas a vocês e como sugerido por alguns, nesse post vou falar sobre inversão de acordes.
De início eu quero deixar claro que a imagem não tem nada a ver com o tema. Só não quis deixar a piada passar (fail). Mas vamos ao que interessa.
Todos nós sabemos que uma tríade, tétrade, são formadas pela 1ª, 3ª e 5ª notas da escala relacionada e no caso da tétrade acrescenta a 7ª. E também que o 1º grau é quem dá o nome, digamos assim, ao acorde (o baixo da nota).
A inversão de acordes faz com que o baixo da nota não seja o primeiro grau, mas sim qualquer outra nota que forma o acorde. E aí nós temos a possibilidade de fazer três inversões.
A primeira inversão possível é pôr a terça como o baixo.
Usando o exemplo da nota G, a terça é a nota B. Então a primeira inversão é o acorde G/B;

A segunda inversão possível é pôr a quinta como o baixo do acorde.
No acorde de G, a quinta é D, então para a segunda inversão teremos: G/D;

A terceira inversão possível é pôr a sétima como o baixo. Nesse caso tem um porém. Tocar a sétima maior pode passar a sensação que você está errando a nota. Por isso deve ter um cuidado especial neste caso.
Quando a sétima for menor, não teremos esse problema.
Por exemplo:
Se a inversão for para G7M, onde a 7ª maior é F#:

Se a inversão for para G7, onde a 7ª menor é F:

Mas deixo claro que existe várias outras formações, desenhos de acordes inversos. Apenas coloquei aqui alguns para abrir o entendimento. Não restrinja-se apenas a uma formação de acorde, sempre procure outras shapes diferentes para o mesmo acorde.
Para complementar este post, eu aconselho dar uma olhada em escalas e campo harmônico.
Bom pessoal, é isso. Esse foi mais um post, espero que tenham entendido. Se gostaram do conteúdo postem um comentário aí, deem um like, twítte ou compartilhem.
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Abraços.
Olá pessoal, tudo ok?
No post anterior eu comentei sobre tablatura e neste post vou ensinar um pouco sobre como ler tablatura. É Muito usada por guitarristas mas também por violonistas e baixistas.
A tablatura não indica diretamente a nota que deve ser tocada como na partitura e sim qual corda e traste deve ser tocado.

O exemplo acima indica as seguintes notas na ordem:
* corda mais grossa deve ser tocada solta (0)
* depois a mesma corda deve ser tocada no primeiro traste (1)
* depois a mesma corda deve ser tocada no segundo traste (2)
* depois a mesma corda deve ser tocada no terceiro traste (3)
Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e símbolos comumente usadas para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor mas as mais comuns são:
h - hammer-on
p - pull-off
B - bend para cima ou para baixo
r - soltar o bend
/ - slide para cima (pode ser usado s)
\ - slide para baixo (pode ser usado s)
~ - vibrato (pode ser usado v)
t - tap (ou tapping)
x - tocar a nota abafada (som percussivo)
Hammer-on ou h
Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita,por isso se chama hammer-on, porque em português "hammer” significa "martelar”.
Pull-Offs ou p
Pull-Offs são de certa forma o inverso de um hammer-on e consistem em soltar rapidamente uma corda fazendo com que a mesma soe solta (ou apertada em um traste anterior).
Hammer-ons e pull-offs costumam ser usados em conjunto como indicado abaixo:
Bends ou b
Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e consequentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda,maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.
No exemplo acima a corda (si) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa.
O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).
Slides ou (s ou /)
Um slide consiste em fazer deslizar um dedo da mão esquerda pelo braço enquanto uma corda soa gerando uma variação do tom.
O exemplo acima indica que a corda deve ser tocada na sétima casa e imediatamente o dedo que aperta a corda nesta casa deve deslizar para a nona casa enquanto a nota continua soando (aumentando então um tom). Não necessariamente o início e o fim de um slide precisam ser indicados:
Vários slides podem ser usados seguidos como indicado abaixo. Apenas a primeira nota precisa ser tocada.
Vibrato ou (v ou ~)
O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento (vide músicos de blues).
Uso da Alavanca
As vezes para o som ficar mudado em certas quantidades de tom se usa a alavanca.
O uso da alavanca é representado na tablatura como (^).
Obs.: Não é sempre que o "^" é alavanca. Às vezes ele pode ser usado como bend.
Tap ou (T ou t ou tapping)Tap ou tapping consiste em fazer soar notas tocadas com a mão direita apertando as cordas nos trastes. É técnica geralmente usada por guitarristas rápidos como Eddie Van Hallen entre outros. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento.
por CifraClub
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Olá pessoal, tudo ok?
No post onde eu comentei sobre o fingerstyle, eu falei sobre algumas práticas que ajudará na performance dos dedos para tocar. Algumas delas foram: Legato, Staccato e Tapping. E com relação a esses assuntos decidi fazer um post falando um pouco sobre a teoria de cada um para poder ajudar.

O primeiro é o Legato.
O Legato é uma maneira de tocar uma frase musical (ou notas sucessivamente) sem que haja interrupção do som entre elas. Na partitura, o Legato é uma linha curvada que se coloca acima ou abaixo de várias notas no trecho musical a ser executado.
O legato não é uma técnica, mas um conjunto de maneiras de tocar as notas, de acordo com o instrumento. No violão, no caso de as notas estarem na mesma corda, o legato é feito exclusivamente com a mão esquerda, martelando a corda. Pode-se dizer que no legato o tapping está presente e vice-versa.
Com relação ao Staccato, este se opõe ao Legato, pois o Staccato é um tipo de fraseio no qual as notas da frase musical devem ser tocadas com suspensões entre elas ficando com uma corta duração. Na partitura o que aponta a fazer um staccato são os pontinhos pretos na notação musical.
E por último o Tapping. O Tapping é uma variação do legato que utiliza a mão direita sobre as notas na escala do instrumento, ligando-as, obtendo um efeito de grande velocidade. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento. Logo abaixo eu deixei quatro exercícios de tapping em tablatura. Pra quem não sabe ler tablatura eu deixei uma explicação rapidinha embaixo, mas, o meu próximo post será sobre como ler tablatura. (Devia ter feito antes rsrs)
No post onde eu comentei sobre o fingerstyle, eu falei sobre algumas práticas que ajudará na performance dos dedos para tocar. Algumas delas foram: Legato, Staccato e Tapping. E com relação a esses assuntos decidi fazer um post falando um pouco sobre a teoria de cada um para poder ajudar.

O primeiro é o Legato.
O Legato é uma maneira de tocar uma frase musical (ou notas sucessivamente) sem que haja interrupção do som entre elas. Na partitura, o Legato é uma linha curvada que se coloca acima ou abaixo de várias notas no trecho musical a ser executado.
O legato não é uma técnica, mas um conjunto de maneiras de tocar as notas, de acordo com o instrumento. No violão, no caso de as notas estarem na mesma corda, o legato é feito exclusivamente com a mão esquerda, martelando a corda. Pode-se dizer que no legato o tapping está presente e vice-versa.
Com relação ao Staccato, este se opõe ao Legato, pois o Staccato é um tipo de fraseio no qual as notas da frase musical devem ser tocadas com suspensões entre elas ficando com uma corta duração. Na partitura o que aponta a fazer um staccato são os pontinhos pretos na notação musical.
E por último o Tapping. O Tapping é uma variação do legato que utiliza a mão direita sobre as notas na escala do instrumento, ligando-as, obtendo um efeito de grande velocidade. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento. Logo abaixo eu deixei quatro exercícios de tapping em tablatura. Pra quem não sabe ler tablatura eu deixei uma explicação rapidinha embaixo, mas, o meu próximo post será sobre como ler tablatura. (Devia ter feito antes rsrs)
E aí galera, tudo ok?
No último post eu prometi que iria (e irei) fazer um vídeo com uma música minha na afinação DADGAD para ajudar vocês que querem aprender o Fingerstyle, mas, percebi que não adianta fazê-lo sem ao menos comentar sobre o que é esse tal de Fingerstyle e também porque eu recebi algumas perguntas sobre esse estilo de toque.
Muitos pensam que o Fingerstyle é somente afinar o violão numa afinação esquisita, tocar acordes esquisitos e bater no violão ao mesmo tempo...também! Podemos dizer que basicamente é fazer as bases e os solos ao mesmo tempo no mesmo violão (e isso na afinação padrão também).
Certo que no violão clássico tocar a harmonia e a melodia já é feito a muito tempo (e pianistas também o fazem). O que acontece é que o fingerstyle torna o violão um instrumento capaz de fazer a melodia, a harmonia, os baixos e o ritmo sozinho.
Não é preciso mudar a afinação do violão para tocar esse estilo. Uma ótima dica para um bom começo é tentar, na afinação padrão, tocar uma música solando ao mesmo tempo em que toca. E isso já é fingerstyle.
O que acontece é que muitos não aprenderam nem pelo menos a prática intermediária do violão e já querem sair tocando feito o Tommy Emmanuel, Sungha Jung etc. O melhor a se fazer é, para quem já sabe, treinar a agilidade nas mãos , a percepção musical, a construção de acordes, as escalas, arranjos , técnicas como tapping, staccato etc. São coisas fundamentais que irão te ajudar a tocar esse estilo e em outras afinações também. Não há um estudo "especial" para o fingerstyle. O que se precisa fazer, é na verdade, muita dedicação nos estudos, nada de pressa!
É isso aí galera, se gostaram do conteúdo deem um like, compartilhem, façam o que quiser (rsrs). Postem comentários para me ajudar no blog, curta minha página no Facebook e me sigam no Twitter.
Breve postarei o vídeo em meu canal como prometido e também um vídeo explicando mais sobre o Fingerstyle. Vlw
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