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Desta vez vou falar sobre um assunto bem prático e simples, o arpejo.
Normalmente, quando se fala em arpejo já se associa a guitarra, isso razão da popularidade do sweep picking.
Arpejo é quando as notas de um determinado acorde são tocadas uma após a outra. Por exemplo, as notas que formam A maior são: A, C# e E. Quando tocamos essas 3 notas separadamente uma após a outra, formamos o arpejo de A e quando tocamos essas as notas ao mesmo tempo, formamos o acorde de A.
Mas vale lembrar que os guitarristas costumam utilizar tocar uma nota por corda, com movimentos de sobe e desce no braço do instrumento, tendo algumas variações, dando uma outra definição a arpejo.
Claro que arpejo é quando as notas estão associadas a um acorde, por isso, não confunda.
Antes de finalizar, só mais uma dica básica.
Na partitura os acordes são representados verticalmente. O arpejo, na partitura, é representado com o seguinte símbolo junto ao acorde:

Bom, é isso galera. Se gostou poste um comentário, dê um like, twitte ou compartilhe.
Também me acompanhem no blog da Santo Angelo.
Lembrando que, amanhã (30/09), sai o resultado da promoção. Fiquem ligados.
Abraços
O assunto desta vez, tem um pouco a ver com o último post, harmonia funcional. Por isso decidi falar sobre ele para ajudar no conhecimento dos violonistas e demais instrumentistas que visitam o blog.
É bem simples. A resolução deceptiva é quando um acorde dominante não resolve na sua tônica. Por exemplo, o acorde E7 é o quinto grau de A (ou, é a dominante de A).
O nosso ouvido espera que ele resolva em A, porém, se depois de E7 você tocar outro acorde que não seja A, haverá uma resolução deceptiva. Com certeza seria uma surpresa para nossos ouvidos!
Veja abaixo um exemplo de resolução deceptiva.É bem simples. A resolução deceptiva é quando um acorde dominante não resolve na sua tônica. Por exemplo, o acorde E7 é o quinto grau de A (ou, é a dominante de A).
O nosso ouvido espera que ele resolva em A, porém, se depois de E7 você tocar outro acorde que não seja A, haverá uma resolução deceptiva. Com certeza seria uma surpresa para nossos ouvidos!
Toque os acordes a seguir:
G Em C Am
D7 Bm Em C
D7 G
Neste exemplo, a dominante (D7) de G apresenta resolução deceptiva na segunda linha, onde, ao invés de tocar G (Tônica), foi tocado Bm. Na última linha, não há a resolução deceptiva pois resolve na tônica.
Esta resolução é chamada de deceptiva pois é como se causasse uma decepção, frustração ao ouvido por causa de uma expectativa não realizada. Mas claro, ela também pode agradar a depender do contexto.
Por hoje é isso pessoal. Era um assunto bem simples, para dar um complemento ao último post.
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Também me acompanhem no blog da Santo Angelo e da TeclaCenter.
Abraços e até a próxima.
E aí pessoal. A pedido do seguidor Leonardo, vamos falar um pouco sobre a harmonia funcional.
Para quem me acompanha no blog da TeclaCenter, eu falei sobre isso lá também.
A Harmonia funcional nada mais é do que o estudo das funções harmônicas. E estas funções harmônicas são as sensações (emoções) que determinados acordes transmitem.
Como por exemplo: um acorde menor transmite um som um pouco melancólico, triste pode se dizer assim.
Basicamente, existem três tipos de funções harmônicas.
A “função tônica”, que transmite uma sensação de repouso, finalização. Passa a sensação de conclusão.
A “função dominante”, que transmite uma sensação de tensão. Dá a ideia de preparação para a tônica.
E a “função subdominante”. Esta passa uma sensação de preparação, mas com menor intensidade. Pode se dizer que ao tocá-la esperamos algo acontecer, podendo migrar tanto para a função dominante quanto para a tônica.
Para entender melhor qual tipo de função cada acorde transmite, vamos usar o campo harmônico de D como exemplo.
D – Em – F#m – G – A – Bm – C#m(b5)
Se você tocar os acordes G - A7 - D perceberá que ao tocar o D, há uma sensação de alívio. O A7 passa a sensação de preparação, de que alguma nota tem que ser tocada. Se você tocar somente o G e o A7, logo sentiria a vontade de tocar o D. O G é o acorde que fica no meio termo – pode ir, pode vir, tanto faz.
Note que o D é o 1º grau no campo harmônico, o G é o 4º grau e o A é o 5º grau. Então podemos generalizar observando que em qualquer campo harmônico maior, o 1º grau tem a função tônica, o 4º grau a função dominante e o 5º grau tem a função subdominante.
Os demais graus também exercem sua função harmônica, porém são classificados com o que chamamos de qualidade funcional meio forte ou fraca. Num campo harmônico todos graus tem qualidade funcional e esta representa a força de cada grau em relação a sua função harmônica.
Observe abaixo:
Para quem me acompanha no blog da TeclaCenter, eu falei sobre isso lá também.
A Harmonia funcional nada mais é do que o estudo das funções harmônicas. E estas funções harmônicas são as sensações (emoções) que determinados acordes transmitem.
Como por exemplo: um acorde menor transmite um som um pouco melancólico, triste pode se dizer assim.
Basicamente, existem três tipos de funções harmônicas.
A “função tônica”, que transmite uma sensação de repouso, finalização. Passa a sensação de conclusão.
A “função dominante”, que transmite uma sensação de tensão. Dá a ideia de preparação para a tônica.
E a “função subdominante”. Esta passa uma sensação de preparação, mas com menor intensidade. Pode se dizer que ao tocá-la esperamos algo acontecer, podendo migrar tanto para a função dominante quanto para a tônica.
Para entender melhor qual tipo de função cada acorde transmite, vamos usar o campo harmônico de D como exemplo.
D – Em – F#m – G – A – Bm – C#m(b5)
Se você tocar os acordes G - A7 - D perceberá que ao tocar o D, há uma sensação de alívio. O A7 passa a sensação de preparação, de que alguma nota tem que ser tocada. Se você tocar somente o G e o A7, logo sentiria a vontade de tocar o D. O G é o acorde que fica no meio termo – pode ir, pode vir, tanto faz.
Note que o D é o 1º grau no campo harmônico, o G é o 4º grau e o A é o 5º grau. Então podemos generalizar observando que em qualquer campo harmônico maior, o 1º grau tem a função tônica, o 4º grau a função dominante e o 5º grau tem a função subdominante.
Os demais graus também exercem sua função harmônica, porém são classificados com o que chamamos de qualidade funcional meio forte ou fraca. Num campo harmônico todos graus tem qualidade funcional e esta representa a força de cada grau em relação a sua função harmônica.
Observe abaixo:
Graus substitutos são os acordes que possuem a mesma função harmônica e que podem ser trocados entre si. Numa música por exemplo, podemos pegar os acordes e trocá-los por outros que possuam a mesma função harmônica.
Fico por aqui galera. Se gostou poste um comentário, dê um like, twitte ou compartilhe.
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Até a próxima pessoal, abraços.

As escalas relativas são as escalas onde o modo (maior ou menor) é diferente, porém, as notas são as mesmas.
No básico e como regra, a escala relativa menor de uma escala maior é a escala menor do sexto grau dessa tonalidade.
Para entender melhor, vamos ver no exemplo.
Na escala maior de G temos:

Como diz a regra, a escala relativa menor de G maior será a escala menor de E:

Se você observar bem, perceberá que a escala menor de E é uma continuação da escala de G. Ou seja, a escala maior possui uma escala relativa menor que é igual a ela.
Para entender melhor, vamos ver no exemplo.
Na escala maior de G temos:

Como diz a regra, a escala relativa menor de G maior será a escala menor de E:
Se você observar bem, perceberá que a escala menor de E é uma continuação da escala de G. Ou seja, a escala maior possui uma escala relativa menor que é igual a ela.
Vamos ver outro exemplo. Se você pegar a escala de D maior e comparar com a escala de B menor, vai ver que elas possuem exatamente as mesmas notas. Veja abaixo a comparação:
Escala menor de B (relativa de D):

Isso significa que podemos utilizar um escala menor, por exemplo de B menor, para fazer um solo numa música na tonalidade de D maior. Ou seja, podemos usar as duas escalas - maior e menor relativa - numa música.
Da mesma forma, podemos pensar no inverso: toda tonalidade menor possui uma relativa maior. Essa relativa maior é a escala maior do terceiro grau da tonalidade menor. Por exemplo, o terceiro grau de A é C. Portanto, a relativa maior de A menor é C maior.
Escala menor de B (relativa de D):
Isso significa que podemos utilizar um escala menor, por exemplo de B menor, para fazer um solo numa música na tonalidade de D maior. Ou seja, podemos usar as duas escalas - maior e menor relativa - numa música.
Da mesma forma, podemos pensar no inverso: toda tonalidade menor possui uma relativa maior. Essa relativa maior é a escala maior do terceiro grau da tonalidade menor. Por exemplo, o terceiro grau de A é C. Portanto, a relativa maior de A menor é C maior.
É importante destacar que isso vale também para acordes. O acorde relativo menor é o acorde de sexto grau da tonalidade maior em questão. Por exemplo, o acorde relativo menor de Dó é o acorde de sexto grau do campo harmônico de Dó maior, ou seja, Lá menor.
Outro exemplo: suponha que a tonalidade seja Sol maior. A relativa menor de Sol será Mi menor.
Outro exemplo: suponha que a tonalidade seja Sol maior. A relativa menor de Sol será Mi menor.
Como os acordes relativos possuem uma afinidade entre si, eles podem ser trocados um pelo outro. Veja isso com mais detalhes no meu post lá no blog da TeclaCenter sobre funções harmônicas.
Para finalizar este post vou deixar uma tabela logo abaixo com os acordes relativos menores de cada nota mas também servirá para praticar as escalas.
Lembrando que próximo post será o "Cabral responde #2", então deixem mais perguntas lá no meu Twitter ou na página oficial do SoundClub Facebook que ela poderá aparecer no post.
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Até a próxima pessoal, abraços.
Para finalizar este post vou deixar uma tabela logo abaixo com os acordes relativos menores de cada nota mas também servirá para praticar as escalas.
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E aí pessoal, tudo certo?
Essa semana vocês viram o blog estreando suas novas parcerias, Santo Angelo e TeclaCenter, onde vocês poderão, também, me acompanha de agora em diante.
Também os eBooks novos da Santo Angelo para dar uma acrescentada no conhecimento do seu instrumento, seja ele baixo, guitarra ou violão. Pode baixar no link acima ou na página de eBooks.
Bom gente, desta vez vou tratar de um assunto de forma simples e rápida. A escala que é muito conhecida, também muito usada e que particularmente sou fã: a escala Blues.
A escala blues, também chamada de pentablues corresponde na verdade a escala pentatônica com o acréscimo de uma nota que é a conhecida blue note. A blue note é a terça bemol na escala pentatônica maior e é a quinta bemol na escala pentatônica menor.
Vamos pegar o exemplo de D.
A pentablues maior de D fica da seguinte forma:
E usando o exemplo de Bm.
A pentablues de Bm fica da seguinte forma:
A ideia é você praticar todas as escalas pentablues, tanto menor quanto maior, para ter a base completa da escala blues.
Uma dica é pesquisar riffs na internet e já ir praticando com essas escalas.
Fico por aqui. Gostou? Então poste um comentário, dê um like, twitte ou compartilhe.
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E está rolando também a promoção "Meu violão com Elixir. Para participar é bem simples, só clicar no botão abaixo, irá abrir um pop-up, você se cadastra e pronto, já está concorrendo.
Até a próxima, abraços.
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Bom gente, desta vez vou tratar de um assunto de forma simples e rápida. A escala que é muito conhecida, também muito usada e que particularmente sou fã: a escala Blues.
A escala blues, também chamada de pentablues corresponde na verdade a escala pentatônica com o acréscimo de uma nota que é a conhecida blue note. A blue note é a terça bemol na escala pentatônica maior e é a quinta bemol na escala pentatônica menor.
Vamos pegar o exemplo de D.
A pentablues maior de D fica da seguinte forma:

E usando o exemplo de Bm.
A pentablues de Bm fica da seguinte forma:

A ideia é você praticar todas as escalas pentablues, tanto menor quanto maior, para ter a base completa da escala blues.
Uma dica é pesquisar riffs na internet e já ir praticando com essas escalas.
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Olá pessoal,
mais um post e desta vez vou falar sobre como fazer segunda voz no violão.
No canto, esta prática é muito usada. Mas ela não se restringe apenas ao canto, pode ser trabalhada em solos e em qualquer instrumento.
Antes de tratarmos o assunto, vale lembrar que é necessário um conceito de teoria musical principalmente com relação a leitura de partitura (pelo menos o básico) e escalas.
Bom, para fazer a segunda voz, podemos usar uma regra bem simples:
Para cada nota cantada na partitura ou que você estiver cantando, a segunda voz pode ser feita com a terça nota da escala da música em questão. Esta pode ser uma terça acima ou abaixo. (Segunda voz aguda ou grave).
Por exemplo, usando a escala de G → G A B C D E F# G.
Se a nota cantada é G, a segunda voz será B. Ou, se a nota cantada é D, a segunda voz será F#.
No caso da terça abaixo, um exemplo é que se a nota cantada for E, a segunda voz será C.
Para tirar a solo da segunda voz é bom ler a partitura ou você tira as notas de ouvido, solando conforme a melodia.
Também podemos fazer a terceira voz, usando a 5ª nota da escala para cada nota cantada na melodia original. Por exemplo, usando a escala de G novamente: Se a nota é A, a terceira voz será E.
Mas, além das vozes usando a 3ª e 5ª notas, tem outras possibilidades onde podemos usar a 4ª, 6ª, 7ª etc.
Galera, esse foi mais um post. Se gostaram do conteúdo postem um comentário aí, deem um like, twítte ou compartilhem.
Também curta a página oficial do SoundClub no Facebook e me sigam no Twitter.
Abraços
mais um post e desta vez vou falar sobre como fazer segunda voz no violão.
No canto, esta prática é muito usada. Mas ela não se restringe apenas ao canto, pode ser trabalhada em solos e em qualquer instrumento.
Antes de tratarmos o assunto, vale lembrar que é necessário um conceito de teoria musical principalmente com relação a leitura de partitura (pelo menos o básico) e escalas.
Bom, para fazer a segunda voz, podemos usar uma regra bem simples:
Para cada nota cantada na partitura ou que você estiver cantando, a segunda voz pode ser feita com a terça nota da escala da música em questão. Esta pode ser uma terça acima ou abaixo. (Segunda voz aguda ou grave).Por exemplo, usando a escala de G → G A B C D E F# G.
Se a nota cantada é G, a segunda voz será B. Ou, se a nota cantada é D, a segunda voz será F#.
No caso da terça abaixo, um exemplo é que se a nota cantada for E, a segunda voz será C.
Para tirar a solo da segunda voz é bom ler a partitura ou você tira as notas de ouvido, solando conforme a melodia.
Também podemos fazer a terceira voz, usando a 5ª nota da escala para cada nota cantada na melodia original. Por exemplo, usando a escala de G novamente: Se a nota é A, a terceira voz será E.
Mas, além das vozes usando a 3ª e 5ª notas, tem outras possibilidades onde podemos usar a 4ª, 6ª, 7ª etc.
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E aí pessoal, tudo ótimo?
Ultimamente eu tenho pedido sugestões de temas a vocês e como sugerido por alguns, nesse post vou falar sobre inversão de acordes.
De início eu quero deixar claro que a imagem não tem nada a ver com o tema. Só não quis deixar a piada passar (fail). Mas vamos ao que interessa.
Todos nós sabemos que uma tríade, tétrade, são formadas pela 1ª, 3ª e 5ª notas da escala relacionada e no caso da tétrade acrescenta a 7ª. E também que o 1º grau é quem dá o nome, digamos assim, ao acorde (o baixo da nota).
A inversão de acordes faz com que o baixo da nota não seja o primeiro grau, mas sim qualquer outra nota que forma o acorde. E aí nós temos a possibilidade de fazer três inversões.
A primeira inversão possível é pôr a terça como o baixo.
Usando o exemplo da nota G, a terça é a nota B. Então a primeira inversão é o acorde G/B;

A segunda inversão possível é pôr a quinta como o baixo do acorde.
No acorde de G, a quinta é D, então para a segunda inversão teremos: G/D;

A terceira inversão possível é pôr a sétima como o baixo. Nesse caso tem um porém. Tocar a sétima maior pode passar a sensação que você está errando a nota. Por isso deve ter um cuidado especial neste caso.
Quando a sétima for menor, não teremos esse problema.
Por exemplo:
Se a inversão for para G7M, onde a 7ª maior é F#:

Se a inversão for para G7, onde a 7ª menor é F:

Mas deixo claro que existe várias outras formações, desenhos de acordes inversos. Apenas coloquei aqui alguns para abrir o entendimento. Não restrinja-se apenas a uma formação de acorde, sempre procure outras shapes diferentes para o mesmo acorde.
Para complementar este post, eu aconselho dar uma olhada em escalas e campo harmônico.
Bom pessoal, é isso. Esse foi mais um post, espero que tenham entendido. Se gostaram do conteúdo postem um comentário aí, deem um like, twítte ou compartilhem.
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Abraços.
E aí pessoal, tudo bem?
Após tanto tempo sem nenhuma postagem (peço desculpas), eu voltei com um assunto muito importante para os violonistas e guitarristas.
Esse assunto está relacionado aquela pequena dúvida: "Nossa, como esse cara consegue tirar essa música só de ouvido?"
As vezes pode até ser só de ouvido, mas, com certeza alguns desses tem em mente os Campos Harmônicos.
Campo Harmônico é o conjunto de acordes formado a partir das notas de uma determinada escala. Esses acordes são extraídos de uma das quatro escalas estruturais: a maior, a menor, a menor harmônica e a menor melódica.
Ao estabelecermos um Campo Harmônico, estamos definindo também uma tonalidade. Por isso, quando dizemos que uma canção está em certa Tonalidade ou Tom, é o mesmo que identificar o Campo Harmônico sobre o qual a música está estruturada.
Então para ser bem prático e básico, eu separei umas dicas e escolhi as escalas de C e F maior e de C e F menor para ajudar a encontrar o campo harmônico de cada nota. Lembrando que não é necessário decorar o Campo Harmônico de cada tonalidade. O ideal é compreender como os acordes se formam a partir de uma escala para aplicar esta lógica em qualquer Tom.
Então para começar aqui está a escala de C maior:
C D E F G A B C
I II III IV V VI VII I
O acorde maior (tríade) da nota C é formado pela 1ª, 3ª e 5ª notas da sua escala maior que são as notas C - E - G.
Então o que faremos é usar essas três notas usando também a mesma escala de Dó para formar as outras notas e assim obter o campo harmônico de Dó. Observe a imagem abaixo para entender melhor.
Veja que a partir da tríade de Dó seguimos as notas da escala achamos as outras tríades (os acordes) do campo harmônico de Dó Maior. Lembrando: essas notas após as notas da tríade de C (C - E - G), são uma continuação da escala de Dó.
Vejamos outro exemplo para entendermos melhor. Agora usando a escala de Fá Maior. Observe a imagem:
Usamos as notas da tríade de Fá Maior e a partir dessas notas (F - A - C) fazemos a continuação da escala e achamos as notas correspondentes aos acordes do campo harmônico de Fá Maior.
Observe que há uma ordem de acordes nos campos harmônicos em que o primeiro, quarto e quinto acordes são maiores, o segundo, terceiro e sexto são menores e o último é diminuto.
Sendo assim, tiramos o "desenho" dos campos harmônicos maiores, observe abaixo.
Para os menores usamos a mesma ideia, mas claro que a escala menor é diferente da maior, sendo assim, o "desenho" do campo harmônico menor também muda.
O problema do campo harmônico menor é porque ele é formado por três escalas básicas diferente do campo harmônico maior que é só uma.
Então, para entender melhor, colocarei as três fórmulas dos campos harmônicos.(Como sabemos, a escala menor é desprovida de dominante).
(As sétimas estão indicando se os acordes tem sétima maior ou sétima menor)
Após tanto tempo sem nenhuma postagem (peço desculpas), eu voltei com um assunto muito importante para os violonistas e guitarristas.
Esse assunto está relacionado aquela pequena dúvida: "Nossa, como esse cara consegue tirar essa música só de ouvido?"
As vezes pode até ser só de ouvido, mas, com certeza alguns desses tem em mente os Campos Harmônicos.
Campo Harmônico é o conjunto de acordes formado a partir das notas de uma determinada escala. Esses acordes são extraídos de uma das quatro escalas estruturais: a maior, a menor, a menor harmônica e a menor melódica.
Ao estabelecermos um Campo Harmônico, estamos definindo também uma tonalidade. Por isso, quando dizemos que uma canção está em certa Tonalidade ou Tom, é o mesmo que identificar o Campo Harmônico sobre o qual a música está estruturada.
Então para ser bem prático e básico, eu separei umas dicas e escolhi as escalas de C e F maior e de C e F menor para ajudar a encontrar o campo harmônico de cada nota. Lembrando que não é necessário decorar o Campo Harmônico de cada tonalidade. O ideal é compreender como os acordes se formam a partir de uma escala para aplicar esta lógica em qualquer Tom.
Então para começar aqui está a escala de C maior:
C D E F G A B C
I II III IV V VI VII I
O acorde maior (tríade) da nota C é formado pela 1ª, 3ª e 5ª notas da sua escala maior que são as notas C - E - G.
Então o que faremos é usar essas três notas usando também a mesma escala de Dó para formar as outras notas e assim obter o campo harmônico de Dó. Observe a imagem abaixo para entender melhor.
Veja que a partir da tríade de Dó seguimos as notas da escala achamos as outras tríades (os acordes) do campo harmônico de Dó Maior. Lembrando: essas notas após as notas da tríade de C (C - E - G), são uma continuação da escala de Dó.
Vejamos outro exemplo para entendermos melhor. Agora usando a escala de Fá Maior. Observe a imagem:
Usamos as notas da tríade de Fá Maior e a partir dessas notas (F - A - C) fazemos a continuação da escala e achamos as notas correspondentes aos acordes do campo harmônico de Fá Maior.
Observe que há uma ordem de acordes nos campos harmônicos em que o primeiro, quarto e quinto acordes são maiores, o segundo, terceiro e sexto são menores e o último é diminuto.
Sendo assim, tiramos o "desenho" dos campos harmônicos maiores, observe abaixo.
Para os menores usamos a mesma ideia, mas claro que a escala menor é diferente da maior, sendo assim, o "desenho" do campo harmônico menor também muda.
O problema do campo harmônico menor é porque ele é formado por três escalas básicas diferente do campo harmônico maior que é só uma.
Então, para entender melhor, colocarei as três fórmulas dos campos harmônicos.(Como sabemos, a escala menor é desprovida de dominante).
(As sétimas estão indicando se os acordes tem sétima maior ou sétima menor)
Vamos ver um exemplo na tonalidade de Lá:
Escala de Lá menor natural: A – B – C – D – E – F – G
Escala de Lá menor harmônica: A – B – C – D – E – F – G#
Escala de Lá menor melódica: A – B – C – D – E – F# – G#
Escala de Lá menor harmônica: A – B – C – D – E – F – G#
Escala de Lá menor melódica: A – B – C – D – E – F# – G#
Agora vamos ver os campos harmônicos de cada uma das escalas citadas acima:
Lá menor natural (relativa de C): Am – Bm(b5) – C – Dm – Em – F – G
Lá menor harmônica: Am - Bm(5b) - C(5#) - Dm - E - F - G#m(5b)
Lá menor melódica: Am - Bm - C(5#) - D - E - F# - G#m(5b)
Lá menor harmônica: Am - Bm(5b) - C(5#) - Dm - E - F - G#m(5b)
Lá menor melódica: Am - Bm - C(5#) - D - E - F# - G#m(5b)
Então pessoal, é isso. Qualquer dúvida pode deixar um comentário aqui em baixo que eu respondo rapidinho.
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Olá pessoal, tudo ok?
No post anterior eu comentei sobre tablatura e neste post vou ensinar um pouco sobre como ler tablatura. É Muito usada por guitarristas mas também por violonistas e baixistas.
A tablatura não indica diretamente a nota que deve ser tocada como na partitura e sim qual corda e traste deve ser tocado.

O exemplo acima indica as seguintes notas na ordem:
* corda mais grossa deve ser tocada solta (0)
* depois a mesma corda deve ser tocada no primeiro traste (1)
* depois a mesma corda deve ser tocada no segundo traste (2)
* depois a mesma corda deve ser tocada no terceiro traste (3)
Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e símbolos comumente usadas para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor mas as mais comuns são:
h - hammer-on
p - pull-off
B - bend para cima ou para baixo
r - soltar o bend
/ - slide para cima (pode ser usado s)
\ - slide para baixo (pode ser usado s)
~ - vibrato (pode ser usado v)
t - tap (ou tapping)
x - tocar a nota abafada (som percussivo)
Hammer-on ou h
Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita,por isso se chama hammer-on, porque em português "hammer” significa "martelar”.
Pull-Offs ou p
Pull-Offs são de certa forma o inverso de um hammer-on e consistem em soltar rapidamente uma corda fazendo com que a mesma soe solta (ou apertada em um traste anterior).
Hammer-ons e pull-offs costumam ser usados em conjunto como indicado abaixo:
Bends ou b
Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e consequentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda,maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.
No exemplo acima a corda (si) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa.
O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).
Slides ou (s ou /)
Um slide consiste em fazer deslizar um dedo da mão esquerda pelo braço enquanto uma corda soa gerando uma variação do tom.
O exemplo acima indica que a corda deve ser tocada na sétima casa e imediatamente o dedo que aperta a corda nesta casa deve deslizar para a nona casa enquanto a nota continua soando (aumentando então um tom). Não necessariamente o início e o fim de um slide precisam ser indicados:
Vários slides podem ser usados seguidos como indicado abaixo. Apenas a primeira nota precisa ser tocada.
Vibrato ou (v ou ~)
O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento (vide músicos de blues).
Uso da Alavanca
As vezes para o som ficar mudado em certas quantidades de tom se usa a alavanca.
O uso da alavanca é representado na tablatura como (^).
Obs.: Não é sempre que o "^" é alavanca. Às vezes ele pode ser usado como bend.
Tap ou (T ou t ou tapping)Tap ou tapping consiste em fazer soar notas tocadas com a mão direita apertando as cordas nos trastes. É técnica geralmente usada por guitarristas rápidos como Eddie Van Hallen entre outros. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento.
por CifraClub
Então pessoal, é isso. Qualquer dúvida pode deixar um comentário aqui em baixo que eu respondo. Se gostaram do conteúdo deem um like, twítte ou compartilhem . Também postem comentários para me ajudar no blog, curta minha página no Facebook e me sigam no Twitter.
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Olá pessoal, tudo ok?
No post onde eu comentei sobre o fingerstyle, eu falei sobre algumas práticas que ajudará na performance dos dedos para tocar. Algumas delas foram: Legato, Staccato e Tapping. E com relação a esses assuntos decidi fazer um post falando um pouco sobre a teoria de cada um para poder ajudar.

O primeiro é o Legato.
O Legato é uma maneira de tocar uma frase musical (ou notas sucessivamente) sem que haja interrupção do som entre elas. Na partitura, o Legato é uma linha curvada que se coloca acima ou abaixo de várias notas no trecho musical a ser executado.
O legato não é uma técnica, mas um conjunto de maneiras de tocar as notas, de acordo com o instrumento. No violão, no caso de as notas estarem na mesma corda, o legato é feito exclusivamente com a mão esquerda, martelando a corda. Pode-se dizer que no legato o tapping está presente e vice-versa.
Com relação ao Staccato, este se opõe ao Legato, pois o Staccato é um tipo de fraseio no qual as notas da frase musical devem ser tocadas com suspensões entre elas ficando com uma corta duração. Na partitura o que aponta a fazer um staccato são os pontinhos pretos na notação musical.
E por último o Tapping. O Tapping é uma variação do legato que utiliza a mão direita sobre as notas na escala do instrumento, ligando-as, obtendo um efeito de grande velocidade. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento. Logo abaixo eu deixei quatro exercícios de tapping em tablatura. Pra quem não sabe ler tablatura eu deixei uma explicação rapidinha embaixo, mas, o meu próximo post será sobre como ler tablatura. (Devia ter feito antes rsrs)
No post onde eu comentei sobre o fingerstyle, eu falei sobre algumas práticas que ajudará na performance dos dedos para tocar. Algumas delas foram: Legato, Staccato e Tapping. E com relação a esses assuntos decidi fazer um post falando um pouco sobre a teoria de cada um para poder ajudar.

O primeiro é o Legato.
O Legato é uma maneira de tocar uma frase musical (ou notas sucessivamente) sem que haja interrupção do som entre elas. Na partitura, o Legato é uma linha curvada que se coloca acima ou abaixo de várias notas no trecho musical a ser executado.
O legato não é uma técnica, mas um conjunto de maneiras de tocar as notas, de acordo com o instrumento. No violão, no caso de as notas estarem na mesma corda, o legato é feito exclusivamente com a mão esquerda, martelando a corda. Pode-se dizer que no legato o tapping está presente e vice-versa.
Com relação ao Staccato, este se opõe ao Legato, pois o Staccato é um tipo de fraseio no qual as notas da frase musical devem ser tocadas com suspensões entre elas ficando com uma corta duração. Na partitura o que aponta a fazer um staccato são os pontinhos pretos na notação musical.
E por último o Tapping. O Tapping é uma variação do legato que utiliza a mão direita sobre as notas na escala do instrumento, ligando-as, obtendo um efeito de grande velocidade. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento. Logo abaixo eu deixei quatro exercícios de tapping em tablatura. Pra quem não sabe ler tablatura eu deixei uma explicação rapidinha embaixo, mas, o meu próximo post será sobre como ler tablatura. (Devia ter feito antes rsrs)
E aí pessoal, tudo bem?
Nesse post irei comentar um pouco sobre alguns encordoamentos para você usar em seu violão, quais os melhores e os piores, os timbres e também os cuidados que se deve ter. Lembrando que só irei comentar sobre os encordoamentos que já usei pois deles tenho conhecimento e posso passar para vocês as características e as minhas experiências com eles. (Tudo dito aqui são opiniões pessoais).
Alguns violonistas optam por encordoamentos que deixe o violão mais confortável de tocar, que é o caso dos mais usados para estes casos: 0.8 e 0.9 (Estes valores referem-se a espessura da 1ª corda, o E agudo). Cordas de tensão leve (0.8, 0.9, 0.10) possuem o som médio-grave fraco, desencorpado e desafinam facilmente. Apesar disso, são ótimas para solos e bem macias, sendo a mais pedida pelos iniciantes e solistas. As cordas mais tensas (0.11, 0.12) possuem fortes graves e o som brilhante. Também são indicadas para o uso de afinações fora do padrão.
O que acontece, é que em alguns casos o violonista não se preocupa muito com a "saúde" da sua corda (como assim?). As cordas, independente da marca, necessitam de um cuidado especial, como por exemplo: Assim que terminar de tocar passar um pano SECO em todas as cordas e em toda a corda. Isso evita a corrosão rápida da corda.
No início, na maioria dos casos, quando compra o encordoamento ele está assim:

Mas depois de 10~15 dias, ele fica assim:

Isso leva a outro assunto: Quis os melhores encordoamentos e os não muito bons?
Eu já tive a oportunidade de usar alguns encordoamentos de algumas marcas e irei comentar um pouquinho sobre essas experiências.

Os primeiros encordoamentos que eu usei foram os SG, Tagima e D'Addario, ambos 0.10 e 85/15 (85/15 quer dizer que a liga de bronze do revestimento é composta de 85% de cobre e 15% de zinco - Pra quem não sabe, o bronze é uma liga que possui cobre e estanho como base mas também tem zinco, alumínio, chumbo...)
Esses são os encordoamentos de preços medianos (entre R$ 20,00~30,00), são os não muito bons, os que vem com uma mizinha extra e uma palheta grátis pra não deixar o cliente triste. Esses encordoamentos, com os cuidados básicos (Passar a flanela assim que terminar de tocar e guardar o violão dentro da capa) nos primeiros dias apresentam um som e brilho maior mas depois, entre o 3º e 4º dia elas começam a perder o timbre e a escurecer também. Duram no total e máximo: 20 dias.
Depois comecei a usar os encordoamentos D'Addario e Santo Angelo, ambos 0.10 e 80/20 (80/20 se aplica a mesma explicação acima, mas, são melhores pois a liga de bronze do revestimento é composta de 80% de cobre 20% de zinco, esse revestimento com zinco a mais traz uma resistência extra à corrosão.).
Esses encordoamentos são melhores pois como disse acima eles tem um revestimento de zinco a mais e traz uma resistência extra a corrosão. Mas infelizmente, também nos primeiros dias, eles trazem um som brilhante e maior, mas entre o 6º e 7º dia (com todos os cuidados especiais) começam a perder o timbre. O Santo Angelo escureceu mais rápido e perdeu o timbre mais rápido também e durou aproximadamente 25 dias pra o som ficar realmente ruim. Já o D'Addario demorou mais para escurecer e perder o timbre, durou quase 30 dias para as cordas perderem bastante o brilho e o som ficar bem ruim.
Hoje em dia uso o encordoamento Elixir Nanoweb 0.12 80/20."Essas cordas Elixir® Strings proporcionam um timbre mais brilhante e vivo e soam como cordas de bronze 80/20 tradicionais." (texto do site elixirstrings.com.br)
Comigo elas duram quase 60 dias (Período indicado para mudança de encordoamento) e demoram muito para perderem o brilho e o timbre sem contar que essas cordas vem com um revestimento a mais (Anti-Rust) para evitar a corrosão. O preço dele é um pouco acima da média mas vale muito a pena.
É isso aí galera, se gostaram do conteúdo deem um like, twítte ou compartilhem . Postem comentários para me ajudar no blog, curta minha página no Facebook e me sigam no Twitter. Vlw
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E aí galera. Mais um post, mas, dessa é para apresentar uma apostila da minha autoria sobre a teoria musical que é um assunto bastante importante tanto para os que estão iniciando os estudos em música quanto para os que já aprenderam a prática mas querem aprender mais sobre a teoria.
Bom, o nome da apostila é "Fruto de Cordas" mas não pense que é só para violão por causa do nome. Nela trato de assuntos (RESUMIDAMENTE) como: Intervalos, Escalas, Partitura entre outros.
Esta mesma apostila foi usada quando eu dei aula para alguns jovens da igreja onde me reúno e ela está disponível na página do Issuu.
Bom galera, dessa vez é isso, espero que vocês aprendam com essa apostila. Postem comentários para me ajudar no blog, curta minha página no Facebook e me sigam no Twitter.
Sim... minha próxima postagem vai ser para aqueles que querem um empurrãozinho no Fingerstyle. Vou postar um vídeo com uma música que fiz na afinação DADGAD e ajudará vocês com notas para essa afinação.
Abraços pessoal, até a próxima.
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E aí galera, voltei com mais um post e hoje quero falar de um problema aparentemente simples, mas comum na maioria dos grupos musicais, principalmente evangélicos.
Os instrumentos estão mal timbrados, cada um toca por si mesmo sem pensar no conjunto, não pensamos em dinâmica, e por isso o trabalho todo acaba sendo prejudicado.
Infelizmente nós, músicos cristãos, acabamos usando de frases prontas para justificar nosso despreparo, como por exemplo: “É para Deus...” ou mesmo “É só uma reunião (culto)”. Mas no salmo 33:3 diz: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com Júbilo” . Façamos o excelente ao Senhor porque Ele merece o excelente! Deixemos de lado a preguiça e façamos o melhor para Deus!
“Maldito aquele que fizer a obra do Senhor negligentemente” (Jr. 48:10)
Tenho certeza que Deus se agrada das coisas bem feitas... Ele é um Deus de ordem!
O primeiro cuidado que temos que ter é nos ensaios. Não dá prá aceitar que se vá a uma reunião (culto) sem preparo. O ensaio é o momento do músico conferir ou aprender a harmonia da música, as rítmicas, verificar timbres, etc...O ideal é que se escreva uma partitura simples, só com as cifras pra todos seguirem a mesma leitura.
Infelizmente nós, músicos cristãos, acabamos usando de frases prontas para justificar nosso despreparo, como por exemplo: “É para Deus...” ou mesmo “É só uma reunião (culto)”. Mas no salmo 33:3 diz: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com Júbilo” . Façamos o excelente ao Senhor porque Ele merece o excelente! Deixemos de lado a preguiça e façamos o melhor para Deus!
“Maldito aquele que fizer a obra do Senhor negligentemente” (Jr. 48:10)
Tenho certeza que Deus se agrada das coisas bem feitas... Ele é um Deus de ordem!
O primeiro cuidado que temos que ter é nos ensaios. Não dá prá aceitar que se vá a uma reunião (culto) sem preparo. O ensaio é o momento do músico conferir ou aprender a harmonia da música, as rítmicas, verificar timbres, etc...O ideal é que se escreva uma partitura simples, só com as cifras pra todos seguirem a mesma leitura.
Timbres
Nunca use, por exemplo, um som de piano para o tecladista junto com um violão de nylon e mais uma guitarra arpejando os acordes. Ninguém vai entender nada... vai ser uma ‘briga’ de arpejos. O resultado final é zero.
Procure usar um som de “cordas” ou um “pad” no teclado, o violão arpejando e a guitarra fazendo stacattos. Já dá uma outra cara....São soluções simples mas que tornam o resultado final bem mais agradável.
Nunca use, por exemplo, um som de piano para o tecladista junto com um violão de nylon e mais uma guitarra arpejando os acordes. Ninguém vai entender nada... vai ser uma ‘briga’ de arpejos. O resultado final é zero.
Procure usar um som de “cordas” ou um “pad” no teclado, o violão arpejando e a guitarra fazendo stacattos. Já dá uma outra cara....São soluções simples mas que tornam o resultado final bem mais agradável.
Baixo e Bumbo
O baixo e o bumbo da bateria também são os responsáveis pelo som sair “embolado” no PA (nas caixas de frente). Em primeiro lugar, mais uma vez estão os timbres.
Como ambos produzem frequências parecidas, eles precisam ser timbrados com a maior clareza possível. O som de ambos precisa ser limpo, definido e seco.
Esqueça as “pedaleiras” de baixo e invista em um bom instrumento e em um bom amplificador. Tire os excessos de graves também do bumbo. Depois do som acertado é preciso aprender que, em princípio, o baixo e o bumbo precisam trabalhar “colados”.
Para isso ambos precisam praticar (em casa e não no ensaio) com metrônomo e estudar um pouco de rítmica. A partir daí, as coisas começaram a funcionar melhor.
O baixo e o bumbo da bateria também são os responsáveis pelo som sair “embolado” no PA (nas caixas de frente). Em primeiro lugar, mais uma vez estão os timbres.
Como ambos produzem frequências parecidas, eles precisam ser timbrados com a maior clareza possível. O som de ambos precisa ser limpo, definido e seco.
Esqueça as “pedaleiras” de baixo e invista em um bom instrumento e em um bom amplificador. Tire os excessos de graves também do bumbo. Depois do som acertado é preciso aprender que, em princípio, o baixo e o bumbo precisam trabalhar “colados”.
Para isso ambos precisam praticar (em casa e não no ensaio) com metrônomo e estudar um pouco de rítmica. A partir daí, as coisas começaram a funcionar melhor.
A importância do estudo
Sobre a importância do estudo, acho que isso precisa estar resolvido na cabeça de cada músico. Todo mundo precisa estudar o máximo que puder para melhor servir a Deus. Mas, depois do estudo individual, vem a prática de tocar em grupo que requer alguns cuidados.
Precisa que tudo soe como um só instrumento. Vou explicar melhor: Pense numa orquestra sinfônica onde temos, por exemplo, em torno de 70 músicos. Se cada um resolver tocar como um solista, você pode imaginar a confusão que vai dar?
Mas, como então se consegue que uma orquestra soe bem? "A orquestra precisa soar como se fosse um só instrumento na mão de um único músico que é o maestro".
O maestro é quem faz com que cada um toque só a sua parte, que combina com a parte do outro e assim por diante. É ele quem diz o volume que cada um deve tocar para que a resultado seja equilibrado. Tem muitos momentos em que não tocar é a melhor solução.
Ouvir é tão importante quanto tocar
Por isso os músicos devem ser da mesma forma: prestando atenção no que o outro está tocando é o que vai me indicar o que tocar. É pensando assim que vamos conseguir fazer os hinos soarem bem.
Sobre a importância do estudo, acho que isso precisa estar resolvido na cabeça de cada músico. Todo mundo precisa estudar o máximo que puder para melhor servir a Deus. Mas, depois do estudo individual, vem a prática de tocar em grupo que requer alguns cuidados.
Precisa que tudo soe como um só instrumento. Vou explicar melhor: Pense numa orquestra sinfônica onde temos, por exemplo, em torno de 70 músicos. Se cada um resolver tocar como um solista, você pode imaginar a confusão que vai dar?
Mas, como então se consegue que uma orquestra soe bem? "A orquestra precisa soar como se fosse um só instrumento na mão de um único músico que é o maestro".
O maestro é quem faz com que cada um toque só a sua parte, que combina com a parte do outro e assim por diante. É ele quem diz o volume que cada um deve tocar para que a resultado seja equilibrado. Tem muitos momentos em que não tocar é a melhor solução.
Ouvir é tão importante quanto tocar
Por isso os músicos devem ser da mesma forma: prestando atenção no que o outro está tocando é o que vai me indicar o que tocar. É pensando assim que vamos conseguir fazer os hinos soarem bem.
Valeu galera, é isso aí. Espero ter ajudado. Comente em minha página no Facebook ou no twitter para me ajudar nos posts.
Até a próxima.
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